terça-feira, 10 de abril de 2012
Ricardo Azevedo (Bibliografia) 2ºparte
lista dos principais livros publicados
Nossa rua tem um problema - Ática - 1993
Aviãozinho de Papel - Companhia das Letras - 1994
O leão da noite estrelada - Saraiva - 1995
Três lados da mesma moeda - Ática - 1996
A outra enciclopédia canina- Companhia das Letrinhas - 1997
Uma velhinha de óculos, chinelos e vestido azul de bolinhas brancas - Companhia das Letrinhas -1998.
O leão Adamastor - Saraiva - 1998
Pobre corinthiano careca - Ática - 1998
Lúcio vira bicho - Cia das Letras - 1998
O livro dos sentidos - Ática - 2000
Um homem no sótão - Ática - 2001
Trezentos parafusos a menos - ilustrado por Mariana Massarani – Companhia das Letras - 2002
Se eu fosse aquilo - Ática – 2002
O peixe que podia cantar – Edições SM – 2006
A hora do cachorro louco – Ática – 2006
Chega de saudade – Moderna – 2006
Araújo & Ophélia - Moderna – 2006
O livro dos pontos de vista – Ática – 2006
O livro das palavras – ilustrado por Mariana Massarani – Editora do Brasil – 2007
Você diz que sabe muito, borboleta sabe mais! – ilustrado por Mariana Massarani – Moderna – 2007
Você me chamou de feio, sou feio mas sou dengoso! – ilustrado por Eva Furnari – Moderna – 2007
Papagaio come milho, periquito leva a fama! - Iustrado por Alcy Linares – Moderna - 2008
Vou-me embora dessa terra, é mentira eu não vou não! – Moderna –2008
Araújo ama Ophélia - versão de Antonio Avelar de Pinho - Melhoramentos - Portugal - 1991
A casa do meu avô - versão de Isabel Lamas - Melhoramentos - Portugal - 1991
Nuestra Calle Tiene Un Problema - Tradução Ângeles Guevara - Livros de Rincón - México - 1992
Pedro träumt vom grossen Spiel (Pobre corinthiano careca) - Tradução de Nicolai von Schweder- Scheiner - Berlim - Elefanten Press - 1997
Poemas con sol y son (Poesia de América latina para Ninos) - Coletânea com diversos autores - Coeditición Latinoamericana - 2000
Maffe kleine voetbalgek (Pobre corinthiano careca) Tradução de Lurdes Meyer - Koninklijk Instituut voor Tropen - Amsterdam/Novib-'s- Gravenhage - 2000
Les Trompe-la-mort (Contes brésiliens). Paris, Chandeigne, 2007
O moço do correio e a moça da casa de tijolinho – Editora do Brasil – 2009
O sábio ao contrário – Editora do Brasil – 2009
Sobre cultura popular
Meu livro de Folclore - Ática - 1997
Armazém do folclore - Ática - 2000
Viagem Estrelada - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1985
Aquilo - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1985
Águas Perigosas - Rio de Janeiro - Rio Gráfica - 1985
Meu nome é Joca - Rio de Janeiro - Rio Gráfica - 1985
A tartaruga Carlotinha - Rio de Janeiro - Rio Gráfica - 1985
O gato Andrade - Rio de Janeiro - Rio Gráfica - 1985
O sapo sem nome- Rio de Janeiro - Rio Gráfica - 1985
Estão batendo na porta - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1986
De como enganei o sol - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1986
Fui pro mar colher laranja - São Paulo - FTD - 1986
Gaspar, eu caio! - São Paulo - FTD - 1986
Moça formosa, pai carrancudo - São Paulo - FTD - 1986
O macaco e a velha - São Paulo - FTD - 1986
Monstrengos de nossa terra - São Paulo - FTD - 1986
Disparate - São Paulo - FTD - 1987
Alguma Coisa - São Paulo FTD - 1988
Marinheiro Rasgado - São Paulo - Scipione - 1988
A viagem assombrosa de João de Calais - São Paulo - Scipione - 1988
A vida e a outra vida de Roberto do Diabo- São Paulo - Scipione - 1988
A moça de Bambuluá - São Paulo - Scipione - 1989
Maria Gomes - São Paulo - Scipione - 1990
Zé Rubão - São Paulo - FTD - 1990
O rei das Pulgas - São Paulo - Moderna - 1990
Parte sempre a mesma parte - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1990
Às vezes me sinto sem cinto - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1990
Amar enquanto há mar - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1990
Se eu fosse um tomate - São Paulo - Moderna - 1992
Do outro lado da parede - São Paulo - Moderna - 1992
Coração Maltrapilho - São Paulo - FTD - 1992
Ela nada no nada, eu invento no vento - São Paulo - Cia Melhoramentos - 1993
O moço, o gigante e a moça - São Paulo - Studio Nobel - 1994
Menino de olho vivo - São Paulo - Ática - 1994
Menino de nariz esperto - São Paulo - Ática - 1994
Menino de orelha em pé - São Paulo - Ática - 1994
Menino de língua de fora - São Paulo - Ática - 1995
Menino meio arrepiado - São Paulo - Ática - 1995
Menino sentindo mil coisas - São Paulo - Ática - 1995
A história de João Forçudo - São Paulo - Studio Nobel - 1995
Pedro, João e José - São Paulo - Studio Nobel - 1995
Brincando de adivinhar - São Paulo - Moderna – 1996
Histórias Folclóricas de Medo e de Quebranto - São Paulo - Scipione – 1996
A linha do horizonte - São Paulo - Paulinas – 1997
Meu nome é cachorro - Ediouro - 1999
Meu nome é gato - Ediouro - 1999
Meu nome é tartaruga - Ediouro - 1999
Meu nome é sapo - Ediouro - 1999
Meu nome é Teka - Ediouro - 1999
Meu nome é Akira - Ediouro - 1999
Bazar do folclore - Ática - PNBE - 2001
No meio da noite escura tem um pé de maravilha - Ática - 2002
Histórias que o povo conta - Ática - PNBE - 2002
Contos de enganar a morte - Ática - 2003
Contos de bichos do mato – Ática – 2005
Contos de espanto e alumbramento – Scipione - 2005
Contos de adivinhação –Ática - 2008
Cultura da terra – Moderna –2008
Histórias de bobos, bocós, burraldos e paspalhões – Ática - 2009
Contos e lendas de um vale encantado – Uma viagem pela cultura popular do Vale do Paraíba – Ática - 2010
Poesia Infantil
19 Poemas desengonçados - Ática - 1998
A casa do meu avô - Ática - 1998
O livro de papel - Editora do Brasil - 2001
Como tudo começou –Saraiva – 2001
Não existe dor gostosa - ilustrado por Mariana Massarani - Companhia das Letrinhas - 2003
Abre a boca e fecha os olhos – ilustrado por Graça Lima - Companhia das Letrinhas - 2005
Aula de carnaval e outros poemas – Ática – 2006
Meu material escolar - Moderna - 2009
Poesia juvenil
Ninguém sabe o que é um poema – Ática – 2005
Feito bala perdida e outros poemas – Ática - 2008
Institucionais
Produzidos por empresas. Não estão à venda
Viagem de Vidro - São Paulo - Abividro - 199l
Lições de Casa - São Paulo - Ticket - 1992
Você diz que sabe muito, borboleta sabe mais! – Projeto Pé de Jabuticaba – Rabobank e Aços Villares 2007
Você me chamou de feio, sou feio mas sou dengoso! - Projeto Pé de Jabuticaba – Rabobank e Aços Villares 2007
Papagaio come milho, periquito leva a fama! - Projeto Pé de Jabuticaba – Rabobank e Aços Villares 2007
Vou-me embora desta terra, é mentira eu não vou não! - Projeto Pé de Jabuticaba – Rabobank e Aços Villares 2007
Os livros onde não consta o nome do ilustrador foram ilustrados pelo próprio autor, com exceção de Lúcio vira bicho e Feito bala perdida e outros poemas, livros sem ilustrações.
Livros em Braille
Contos de espanto e alumbramento
Sábio ao contrário
Contos de enganar a morte
Trezentos parafusos a menos
domingo, 8 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
GRUPO Amamos a leitura
ANA MARIA MACHADO
História de Ana
Na vida da escritora Ana Maria Machado, os números são sempre generosos. São 40 anos de carreira, mais de 100 livros publicados no Brasil e em mais de 18 países somando mais de dezoito milhões de exemplares vendidos. Os prêmios conquistados ao longo da carreira de escritora também são muitos, tantos que ela já perdeu a conta. Tudo impressiona na vida dessa carioca nascida em Santa Tereza, em pleno dia 24 de dezembro.
Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje.
Afastada profissionalmente da pintura, Ana passou a trabalhar como professora em colégios e faculdades, escreveu artigos para revistas e traduziu textos. Já tinha começado a ditadura, e ela resistia participando de reuniões e manifestações. No final do ano de 1969, depois de ser presa e ter diversos amigos também detidos, Ana deixou o Brasil e partiu para o exílio. A situação política se mostrou insustentável.
Na bagagem para a Europa, levava cópias de algumas histórias infantis que estava escrevendo, a convite da revista Recreio. Lutando para sobreviver com seu filho Rodrigo ainda pequeno, trabalhou como jornalista na revista Elle em Paris e na BBC de Londres, além de se tornar professora na Sorbonne. Nesse período, ela consegue participar de um seleto grupo de estudantes cujo mestre era Roland Barthes, e termina sua tese de doutorado em Linguística e Semiologia sob a sua orientação. A tese resultou no livro "Recado do Nome", que trata da obra de Guimarães Rosa. Mesmo ocupada, Ana não parou de escrever as histórias infantis que vendia para a Editora Abril.
A volta ao Brasil veio no final de 1972, quando começou a trabalhar no Jornal do Brasil e na Rádio JB - ela foi chefe do setor de Radiojornalismo dessa rádio durante sete anos. Em 76, as histórias antes publicadas em revstas passaram a sair em livros. E Ana ganhou o prêmio João de Barro por ter escrito o livro "História Meio ao Contrário", em 1977. O sucesso foi imenso, gerando muitos livros e prêmios em seguida. Dois anos depois, ela abriu a Livraria Malasartes com a idéia de ser um espaço para as crianças poderem ler e encontrar bons livros.
O jornalismo foi abandonado no ano de 1980, para que a partir de então Ana pudesse se dedicar ao que mais gosta: escrever seus livros, tantos os voltados para adultos como os infantis. E assim foi feito, e com tamanho sucesso que em 1993 ela se tornou hors-concours dos prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Finalmente, a coroação. Em 2000, Ana ganhou o prêmio Hans Christian Andersen, considerado o prêmio Nobel da literatura infantil mundial. E em 2001, a Academia Brasileira de Letras lhe deu o maior prêmio literário nacional, o Machado de Assis, pelo conjunto da obra.
Em 2003, Ana Maria foi eleita para ocupar a cadeira número 1 da Academia Brasileira de Letras, substituindo o Dr. Evandro Lins e Silva. Pela primeira vez, um autor com uma obra significativa para o público infantil havia sido escolhido para a Academia. A posse aconteceu no dia 29 de agosto de 2003, quando Ana foi recebida pelo acadêmico Tarcísio Padilha e fez uma linda e afetuosa homenagem ao seu antecessor.
Daniela Correa Mariano e
Elias
ANA MARIA MACHADO
Biografia
História de Ana
Na vida da escritora Ana Maria Machado, os números são sempre generosos. São 40 anos de carreira, mais de 100 livros publicados no Brasil e em mais de 18 países somando mais de dezoito milhões de exemplares vendidos. Os prêmios conquistados ao longo da carreira de escritora também são muitos, tantos que ela já perdeu a conta. Tudo impressiona na vida dessa carioca nascida em Santa Tereza, em pleno dia 24 de dezembro.
Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuais e coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje.
Afastada profissionalmente da pintura, Ana passou a trabalhar como professora em colégios e faculdades, escreveu artigos para revistas e traduziu textos. Já tinha começado a ditadura, e ela resistia participando de reuniões e manifestações. No final do ano de 1969, depois de ser presa e ter diversos amigos também detidos, Ana deixou o Brasil e partiu para o exílio. A situação política se mostrou insustentável.
Na bagagem para a Europa, levava cópias de algumas histórias infantis que estava escrevendo, a convite da revista Recreio. Lutando para sobreviver com seu filho Rodrigo ainda pequeno, trabalhou como jornalista na revista Elle em Paris e na BBC de Londres, além de se tornar professora na Sorbonne. Nesse período, ela consegue participar de um seleto grupo de estudantes cujo mestre era Roland Barthes, e termina sua tese de doutorado em Linguística e Semiologia sob a sua orientação. A tese resultou no livro "Recado do Nome", que trata da obra de Guimarães Rosa. Mesmo ocupada, Ana não parou de escrever as histórias infantis que vendia para a Editora Abril.
A volta ao Brasil veio no final de 1972, quando começou a trabalhar no Jornal do Brasil e na Rádio JB - ela foi chefe do setor de Radiojornalismo dessa rádio durante sete anos. Em 76, as histórias antes publicadas em revstas passaram a sair em livros. E Ana ganhou o prêmio João de Barro por ter escrito o livro "História Meio ao Contrário", em 1977. O sucesso foi imenso, gerando muitos livros e prêmios em seguida. Dois anos depois, ela abriu a Livraria Malasartes com a idéia de ser um espaço para as crianças poderem ler e encontrar bons livros.
O jornalismo foi abandonado no ano de 1980, para que a partir de então Ana pudesse se dedicar ao que mais gosta: escrever seus livros, tantos os voltados para adultos como os infantis. E assim foi feito, e com tamanho sucesso que em 1993 ela se tornou hors-concours dos prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Finalmente, a coroação. Em 2000, Ana ganhou o prêmio Hans Christian Andersen, considerado o prêmio Nobel da literatura infantil mundial. E em 2001, a Academia Brasileira de Letras lhe deu o maior prêmio literário nacional, o Machado de Assis, pelo conjunto da obra.
Em 2003, Ana Maria foi eleita para ocupar a cadeira número 1 da Academia Brasileira de Letras, substituindo o Dr. Evandro Lins e Silva. Pela primeira vez, um autor com uma obra significativa para o público infantil havia sido escolhido para a Academia. A posse aconteceu no dia 29 de agosto de 2003, quando Ana foi recebida pelo acadêmico Tarcísio Padilha e fez uma linda e afetuosa homenagem ao seu antecessor.
Daniela Correa Mariano e
Elias
terça-feira, 3 de abril de 2012
mundo da leitura
MAURÍCIO DE SOUSA: DOIS NOVO LIVROS DA COLEÇÃO CONTOS
A Editora Globo está retomando a Coleção Contos de Mauricio de Sousa, com o lançamento de dois novos livros belíssimos.

Falando com os Bichos, ilustrado por Thalita Dol, mostra a vida de um garoto que se diverte imitando o som dos animais da fazenda e observando as reações deles, numa gostosa molecagem.

Já Vendo sem enxergar, com desenhos de Anderson Mahanski, conta a história de Tonico, um garoto cego que, durante um passeio pelo campo, conta ao amigo Zé como “vê” a natureza ao seu redor.
Os livros têm 32 páginas, são no formato 21,5 x 21,5 cm e custam R$ 23,90 cada um. Nessa coleção, outros artistas ilustram histórias contadas por Mauricio de Sousa sem os personagens da Turma da Mônica. Antes desses dois lançamentos, a Editora Globo publicou outros três livros, em 2006: O Ratinho Curioso, Eu Vejo e O Pelicano Mentiroso, todos desenhados por Mauro Souza. Todos podem ser encontrados nas livrarias.
Falando com os Bichos, ilustrado por Thalita Dol, mostra a vida de um garoto que se diverte imitando o som dos animais da fazenda e observando as reações deles, numa gostosa molecagem.
Já Vendo sem enxergar, com desenhos de Anderson Mahanski, conta a história de Tonico, um garoto cego que, durante um passeio pelo campo, conta ao amigo Zé como “vê” a natureza ao seu redor.
Os livros têm 32 páginas, são no formato 21,5 x 21,5 cm e custam R$ 23,90 cada um. Nessa coleção, outros artistas ilustram histórias contadas por Mauricio de Sousa sem os personagens da Turma da Mônica. Antes desses dois lançamentos, a Editora Globo publicou outros três livros, em 2006: O Ratinho Curioso, Eu Vejo e O Pelicano Mentiroso, todos desenhados por Mauro Souza. Todos podem ser encontrados nas livrarias.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A biografia de Maria Clara Machado (grupo) O mundo e o livro
Maria Clara Machado
biografia de maria clara Machado
Ainda criança teve os primeiros contatos com a arte, entretendo as visitas de seu pai, o escritor Aníbal Machado. Ela chegou a “contracenar” com Tônia Carrerono meio dessas brincadeiras.
biografia de maria clara Machado
Ainda criança teve os primeiros contatos com a arte, entretendo as visitas de seu pai, o escritor Aníbal Machado. Ela chegou a “contracenar” com Tônia Carrerono meio dessas brincadeiras.
Em 1949 concorreu a uma bolsa de estudos do governo francês para jovens intelectuais e acabou indo para Paris, onde teve contato definitivo com o teatro e adança, se tornando aluna do mímico Decroux, do diretor Jean-Louis Barrault e de Rudolf Laban.
Um ano depois ela voltou ao Brasil e foi trabalhar como enfermeira no Patronato da Gávea. Por ter muito jeito com crianças, acabou tentando montar um teatro amador com as pessoas da comunidade, mas como a grande maioria era de operários que precisavam acordar muito cedo para trabalhar, ela tentou descobrir outra forma de realizar seu intento. Como Maria Clara não queria desistir dessa idéia, acabou por montar, em 1951, um grupo amador que apresentasse peças para a comunidade sem necessariamente contar com os moradores locais. Surgiu, então, o Teatro Tablado. O Teatro Tablado apresentava peça para todos os públicos, mas sua principal força era com as peças infantis de Maria Clara Machado. Ela desenvolvia textos e fazia montagens de altíssima qualidade, até mesmo para a época. Seus textos são até hoje montados.
Além disso, o Tablado formou várias gerações de atores. Para ter uma idéia, na primeira turma da escola faziam parte Marieta Severo, Hildegard Angel, Nora Esteves e Djenane Machado. Durante seus 50 anos de existência, o Tablado formou mais de cinco mil atores, entre os quais várias estrelas do porte de Malu Mader, Louise Cardoso, Miguel Falabella e Cláudia Abreu. E durante todo esse tempo, Maria Clara Machado sempre esteve presente, traçando diretrizes e ensinando mais e mais atores
Em 30 de abril 2001 Maria Clara morre em sua casa em Ipanema, no Rio de Janeiro, cercada de parentes, amigos e colaboradores do Teatro Tablado em uma reunião que a escritora promovia em sua casa.
Em 2011 Maria Clara foi enredo de Escola de Samba pela Porto da Pedra, pela terceira vez, sendo que a primeira foi com a Unidos do Jacarezino e a segunda pela União da Ilha em 2003. Uma curiosidade é que o carnavalesco Paulo Menezes que desenvolveu o desfile da Porto da Pedra em 2011 também foi quem desenvolveu o desfile da União da Ilha em 2003.
| Maria Clara Machado | |
|---|---|
| Nascimento | 3 de abril de 1921 Belo Horizonte, Minas Gerais |
| Morte | 30 de abril de 2001 (80 anos) |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | escritora, dramaturga |
Patativa do Assare
Patativa do Assaré
O nome dele de verdade é Antonio Gonçalves da Silva
nasceu dia 5 de março de 1909 no Sul do Ceará
ele é o segundo filho de Pedro Gonçalves
e Maria Pereira. Casouse com D. Belinha e teve 9 filhos
Antonio Gonçalves dis que para ser poeta não precisa ser professor
mas basta no mês de maio recolher um poema em cada flor
brotada nas árvores do seu sertão
O nome dele de verdade é Antonio Gonçalves da Silva
nasceu dia 5 de março de 1909 no Sul do Ceará
ele é o segundo filho de Pedro Gonçalves
e Maria Pereira. Casouse com D. Belinha e teve 9 filhos
Antonio Gonçalves dis que para ser poeta não precisa ser professor
mas basta no mês de maio recolher um poema em cada flor
brotada nas árvores do seu sertão
domingo, 1 de abril de 2012
ANTOINE DE SAINT- EXUPÉRY
Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry filho do conde e condessa de Foscolombe (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo) foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.
Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado.
Suas obras foram caracterizadas por alguns elementos em comum, como a aviação, a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.
No entanto, deve-se dar uma atenção a este último, O pequeno príncipe (O Principezinho, em Portugal) (1943), romance de maior sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, quando fez visitas ao Recife. E para muitos era difícil imaginar que um livro assim pudesse ter sido escrito por um homem como ele.
O pequeno príncipe é uma obra aparentemente simples, mas, apenas aparentemente. É profunda e contém todo o pensamento e a "filosofia" de Saint-Exupéry. Apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geômetra, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O pequeno príncipe vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranqüilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu descobrir o segredo do que é realmente importante na vida.
É uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Nós nos entregamos a nossas preocupações diárias, nos tornamos adultos de forma definitiva e esquecemos a criança que fomos.
FEITO POR CAUAN
CLUB DA LEITUTA
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